10 dicas para diminuir as dores e incômodos depois das pedaladas

Pedalar é algo bastante agradável (se você ainda não faz, não deixe para amanhã, pegue uma bicicleta e faça isso agora). No entanto, muitos ciclistas sofrem com dores no começo.

Pedalar é algo bastante agradável (se você ainda não faz, não deixe para amanhã, pegue uma bicicleta e faça isso agora). No entanto, muitos ciclistas sofrem com dores no começo.

Selim, “falta de costume”, concentração de peso, pedalar errado, são inúmeros fatores, alguns deles passam, mas tem uma forma de amenizar alguns deles.

As dicas você confere abaixo:

1 – Ficar em repouso depois de longas provas de ciclismo

Depois de pedalar por algumas longas horas o ideal é ficar deitado durante o dia seguinte;

2 – Não use cuecas ou calcinhas sob a bermuda de ciclismo

As roupas de ciclismo foram desenvolvidas para ficar em contato direto com o corpo, diminuindo assim o atrito entre as pernas e evitando possíveis assaduras. Quando você coloca alguma roupa de baixo, esta absorve o suor dessa região e, muito possivelmente vai deixar mais assado que um frango;

3 – Usar roupas do tamanho correto

As roupas projetadas para quem pedala são apertadas por que diminui o atrito do corpo com as pernas evitando que você não apenas fique assado, mas como não se fira com o contato das peles. Quando você opta por uma roupa mais folgada, a roupa sobra e, ao invés de proteger, ela ajudará ainda mais a ferir a pele;

4 – Limpe sempre suas roupas depois dos treinos

Depois de um longo treino, as roupas ficam cheias de suor numa mistura cheia de sais, umidade e restos de pele, local propício para a proliferação de fungos e bactérias. Se você não lavar a roupa, toda essa mistura com microrganismos voltará para a pele e poderá ocasionar doenças de pele. Portanto, nada de reutilizar roupas já usadas;

5 – Use creme Chamois para proteger a pele

Como pedalar é um esporte que envolve muita velocidade, é normal haver um desgaste da pele, mesmo que as roupas adequadas amenize esse atrito, a velocidade e longas durações acabam por forçar a estrutura superficial da pele.

O creme Chamois é um tipo de creme que serve para lubrificar a virilha e impede que a bermuda desgaste a pele. Algumas pessoas optam por usar vaselina, mas lembre-se sempre de consultar um médico antes de usar qualquer produto na sua pele, ainda mais para este fim.

6 – Use um paralamas na bicicleta

A umidade acumulada por causa de suor e de chuva ajudam a danificar a pele durante as pedalas e isso inclui aquela lama que sobe ao passar por algumas poças.

Utilizar um paralamas na bicicleta impede que essa lama seja absorvida pela roupa e entre em contato com a pele, evitando assim futuras assaduras;

7 – Procure um selim adequado para a sua modalidade e, principalmente, seu corpo

Pode parecer muita frescura, mas ter uma bicicleta é como ir a um alfaiate, todas as suas medidas servirão para adequar a máquina ao homem (e a mulher também).

Muitas das vezes, um componente não atende uma demanda específica de pessoas e, por isso, há opções no mercado que se encaixa para determinados ciclistas e isso serve para o selim.

Como o apoio do tronco fica concentrado na maior parte sobre o quadril, um selim poderá ocasionar muitas dores.

Não confunda as dores iniciais de quem está iniciando no pedal, o corpo se acostuma e depois nem reclama mais. Mas se persistir, procure um médico e um bom BikeFit;

8 – Andar mais rápido

Pode não ter muito fundamento, mas, pedalar mais rápido fará você aliviar o peso sobre a bunda, diminuindo o peso e, consequentemente, as dores desse excesso de carga apoiados sobre o cóccix

9 – Sempre use capacete

Apesar de haver estudos que comprovam que, em alguns casos específicos, o capacete não traz benefício algum quando usados na cidades, estudo é estudo. O que pode servir de regra hoje, pode não valer amanhã, então é melhor prevenir.

E não caia na lábia de que um capacete é apenas plástico e isopor. Muitos, realmente, parece ter essa consistência, porém, um capacete para proteger sua cabeça não precisa ser uma carapaça. A estrutura co capacete vai absorver o choque e vai quebrar antes de fazer um buraco na sua cabeça.

Algo parecido acontece com os automóveis. Até a década de 80 os veículos automotores eram fabricados de chapa de aço com uma espessura ebm grande se comparado a hoje. Essa estrutura fazia com que, em uma colisão, a estrutura do garro entrasse feito uma gaveta, não poupando a vida dos passageiros.

Hoje em dia, os carros possuem lataria que mais parecem plásticos e essa consistência aparentemente “frágil” salva mais vidas do que antigamente em uma colisão.

Não é o caso de apoiar a indústria do capacete. Lembre-se se um capacete custa horrores no Brasil não é por causa do capacete em si, mas pela elevada carga de impostos que tudo que é produzido em solo tupiniquim sofre.

10 – Ande até se acostumar com as dores
Como já dissemos lá atrás, quem está iniciando sentirá muitas dores andando de bicicleta e não pense que vai se livrar delas. Muitas delas desaparecem com o tempo, mas o ciclismo nunca será uma modalidade confortável como esporte. Se você for um ciclista profissional, elas nunca desaparecerão.

Por: Biketek

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